<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blogs ADVFN</title>
	<atom:link href="http://blogs.advfn.com/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogs.advfn.com</link>
	<description>Artigos sobre Economia, Investimentos, Mercado Financeiro e Bolsas de Valores</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 May 2012 12:48:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.5</generator>
		<item>
		<title>Eletropaulo e Banco do Brasil &#8211; O que fazer?</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/eletropaulo-e-banco-do-brasil-o-que-fazer</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/eletropaulo-e-banco-do-brasil-o-que-fazer#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 12:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Leitão (Leitão em Ação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11256</guid>
		<description><![CDATA[Hoje  o amigo leitor, Wendel, fez uma boa pergunta sobre o momento atual da  Eletropaulo e do Banco do Brasil. Resolvi transformar em post pelo seu  valor didático&#8230;
“Leitão, você acha que Banco do Brasil e  Eletropaulo devem cair ainda mais? A questão dos juros (para o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-11257" src="http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2012/04/banco-do-brasil-eletropaulo-o-que-fazer-leitao.jpg" alt="" width="314" height="161" />Hoje  o amigo leitor, Wendel, fez uma boa pergunta sobre o momento atual da  Eletropaulo e do Banco do Brasil. Resolvi transformar em post pelo seu  valor didático&#8230;</p>
<p><em>“Leitão, você acha que Banco do Brasil e  Eletropaulo devem cair ainda mais? A questão dos juros (para o BB) e a  questão das diferenças tarifárias da ANEEL (para a Eletropaulo) já não  foram “acertadas” com essas baixas?</em></p>
<p><em>No caso da  Eletropaulo, se vocês analisarem os 5 últimos anos da ação, o movimento  de queda brusca parece cíclico. Engraçado, porque nada tem a ver com o  restante do setor energético.</em></p>
<p><em>Abraços,<br />
Wendel.”</em></p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</strong><strong></strong></p>
<p>Oi Wendel!</p>
<p><em>Os movimentos de preço no curto prazo pouco têm a ver com a lógica financeira de uma empresa</em>, é sempre assim. O mercado joga para cima ou para baixo apenas por questões especulativas, emocionais…</p>
<p>Podemos aproveitar esses movimentos especulativos, mas não devemos nos deixar influenciar da mesma forma que a massa. Ou seja, podemos observar e aproveitar, mas não devemos ficar medrosos ou eufóricos como a massa.</p>
<p>A ELPL4 melhorou muito sua gestão desde 2007 para cá, e vem gerando bons lucros e pagando bons dividendos.</p>
<p>Mas  seu passado (antes de 2007) é fraco, e suas receitas atuais não  mostrarem tanto crescimento quanto os lucros mostram… Não sei até quando  vão conseguir manter isso. Ou seja, em um setor tão bom como o elétrico  temos outras opções muito melhores, como a Cemig, Coelce, Geti4, etc…</p>
<p>Quando vamos <strong>Especular</strong> com uma ação, tudo bem, tanto faz seu conteúdo, vamos aproveitar apenas o zig-zag dos preços. Para isso verificamos onde a <em>Probabilidade é favorável</em> e compramos para vender rapidamente. Veja, eu falei: verificar a  Probabilidade agora, no momento presente, sem ficar tentando adivinhar o  Futuro, se vai cair mais, etc&#8230; Nada de futurologia ao se fazer  Especulações!</p>
<p>Mas quando vamos <strong>Investir</strong>, colocar na carteira mesmo, aí devemos ser mais criteriosos…</p>
<p>Já  quanto ao BB é um excelente banco, assim como o Bradesco e Itau. O três  fazem parte de minha carteira, e vejo a redução de tarifas como boa  para o país. Se é bom para o país, é bom para as empresas, então todos  ganham. Talvez o lucro do BB caia um pouco sim, mas esse setor é tão  lucrativo que vai dar um jeito de compensar isso… Em fim, deixo essas  dores de cabeça para os bem pagos gestores que trabalham para nossas  empresas. Afinal, somos donos e não empregados delas! <img src='http://blogs.advfn.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Um abraço!<br />
<strong>Leitão</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/eletropaulo-e-banco-do-brasil-o-que-fazer/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carteira de Ações é como um time de futebol</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/carteira-de-acoes-e-como-um-time-de-futebol-2</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/carteira-de-acoes-e-como-um-time-de-futebol-2#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 12:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Leitão (Leitão em Ação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11251</guid>
		<description><![CDATA[A  um tempo atrás o amigo leitor, Halim, enviou uma simpática mensagem que  resultou em um pequeno texto cheio de conceitos importantes:
“Leitão, boa noite!
Sou  um sofredor: Corintiano, torcedor do Atlético Mineiro e tenho ações da  Petrobras. Fiz tomografia do coração e nada consta aos 72 anos. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-11252" src="http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2012/04/leitao-time-futebol-mercado-acoes.jpg" alt="" width="225" height="225" />A  um tempo atrás o amigo leitor, Halim, enviou uma simpática mensagem que  resultou em um pequeno texto cheio de conceitos importantes:</p>
<p><em>“Leitão, boa noite!</em><br />
<em>Sou  um sofredor: Corintiano, torcedor do Atlético Mineiro e tenho ações da  Petrobras. Fiz tomografia do coração e nada consta aos 72 anos. Por isso  vou aguardar a subida das ações já que também meus times estão subindo.</em></p>
<p><em>Viva estou feliz apesar da petr4 esta para mim defasada, mas com certeza ela vai subir.</em></p>
<p><em>Abraços,</em><br />
<em>Halim</em>&#8221;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Oi Halim!<br />
Heheheh! Emoções fortes mesmo!</p>
<p>No futebol não temos muito o que fazer mesmo, então o jeito é torcer! <img src='http://blogs.advfn.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mas  na bolsa temos sim muito a fazer. Nós é que escalamos nosso time  (ações) e definimos como vão atuar (estratégia). Não ficamos só torcendo  não.</p>
<p>Na bolsa, nós somos o técnico! E nosso objetivo é manter um time uniforme, coeso, e um futebol bonito.</p>
<p>E  mais, no nosso time não tem “estrela”. Não confiamos muitas fichas em  um único jogador (ação). Nosso time é um time mesmo. Joga unido, coeso.  Não ficamos preocupados com um ou outro jogador. Se um se machuca, os  outros compensam e levam o time para a frente.</p>
<p>É assim que devemos olhar para nossa carteira de ações!</p>
<p>Monte  um time com os melhores jogadores, os mais fortes, de melhor  desempenho, e mantenha-o motivado, com aportes mensais, durante todo o  campeonato… Assim sua carteira de ações vai sempre mostrar um bom  futebol! <img src='http://blogs.advfn.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Grande abraço!<br />
<strong>Leitão</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/carteira-de-acoes-e-como-um-time-de-futebol-2/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bolsa em queda &#8211; alegrai-vos!</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/bolsa-em-queda-alegrai-vos</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/bolsa-em-queda-alegrai-vos#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Leitão (Leitão em Ação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11246</guid>
		<description><![CDATA[Fico  navegando na Internet e observando&#8230; É interessante perceber o  contra-senso geral das pessoas no mercado. A bolsa cai e todo mundo fica  triste, incrédulo, cético, desanimado, preguiçoso, etc.. Começam a  pensar em renda fixa, ou fundos, ou comprar um lote cheio de mato e  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-11247" src="http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2012/04/bolsa-em-queda-alegrai-vos-leitao.jpg" alt="" width="259" height="194" />Fico  navegando na Internet e observando&#8230; É interessante perceber o  contra-senso geral das pessoas no mercado. A bolsa cai e todo mundo fica  triste, incrédulo, cético, desanimado, preguiçoso, etc.. Começam a  pensar em renda fixa, ou fundos, ou comprar um lote cheio de mato e  deixar lá&#8230; Etc&#8230;</p>
<p>Posso vir aqui um milhão de vezes e falar  isso, e ainda vai ser pouco: Bolsa em queda é coisa boa! Torçam para  cair mais, muito mais! Torçam para saírem notícias ruins, péssimas!  Torçam para a mídia alardear negatividade! Pois é assim que as boas  oportunidades surgem!</p>
<p>É simples, vejam:</p>
<p>Bolsa caindo = preço ficando baixo = oportunidade de comprar coisa boa a preço baixo. Só isso! Bolsa não é complicado não!</p>
<p>Bolsa em queda &#8211; alegrai-vos!</p>
<p>E lembrem-se: sua rentabilidade é diretamente proporcional à sua boa-vontade em aprender a investir melhor!</p>
<p>Muita  gente pensa que mais risco é igual a mais rentabilidade, e não tem nada  a ver! Mais boa-vontade e educação é igual a mais rentabilidade! Mais  risco = mais risco mesmo!</p>
<p>Se você tem sonhos grandes como moradia  própria, constituição de família, filhos, tranquilidade financeira, não  pense que renda fixa e fundos vão lhe ajudar. Saia da zona de conforto,  vença a preguiça e o medo e eduque-se para os investimentos!</p>
<p>Leia  com atenção esta lei universal do Capitalismo: Somente trabalhando  ninguém fica rico &#8211; é preciso Investir bem para vencer o sistema. Muito  trabalho = mais trabalho. Agora, Trabalho + Investimento = liberdade  financeira!</p>
<p>Um abraço e vamos que vamos!</p>
<p><strong>Leitão</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/bolsa-em-queda-alegrai-vos/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os riscos dos FII &#8211; Fundos de Investimento Imobiliário</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/os-riscos-dos-fii-fundos-de-investimento-imobiliario</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/os-riscos-dos-fii-fundos-de-investimento-imobiliario#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Leitão (Leitão em Ação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11243</guid>
		<description><![CDATA[
&#8220;Olá Leitão!
Acompanho o seu blog a alguns anos. Parabéns pelo ótimo conteúdo!
O  que você acha dos Fundos imobiliários? Eu tenho algum conhecimento pois  estudo-os a algum tempo, mas gostaria de saber a sua opinião!
Abs,
Ivan&#8221;
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-

Oi Ivan!
Obrigado pelas visitas já a tanto tempo! É sempre bom saber que o blog ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em><img class="size-full wp-image-11244 alignleft" src="http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2012/04/fii-fundo-investimento-imobiliario-leitao.jpg" alt="" width="194" height="259" />&#8220;Olá Leitão!</em></p>
<p><em>Acompanho o seu blog a alguns anos. Parabéns pelo ótimo conteúdo!</em></p>
<p><em>O  que você acha dos Fundos imobiliários? Eu tenho algum conhecimento pois  estudo-os a algum tempo, mas gostaria de saber a sua opinião!</em></p>
<p><em>Abs,</em><br />
<em>Ivan&#8221;</em></p>
<p><em></em>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
</div>
<p>Oi Ivan!<br />
Obrigado pelas visitas já a tanto tempo! É sempre bom saber que o blog está ajudando de alguma forma!</p>
<p>Sobre os FII, recentemente foi tema de debate com meus ex-alunos no fórum! Coincidência você perguntar!</p>
<p>Vou colocar abaixo o que coloquei para a turma lá, veja:</p>
<p>Os  FII são uma opção para diversificação de investimentos, mas realmente  acho bem críticos… São novos, pouco líquidos e estão “na moda” – tudo  que está na moda é bom, fica pop e sobe… Mas sabemos que os mercados são  cíclicos, e quando a onda pop termina, ficam só os Fundamentos…</p>
<p>É preciso prudência para não comprar quotas caras por causa da onda pop, e evitar alocação de capital em demasia neles…</p>
<p>Os  FII são geridos por terceiros, sujeitos a todo tipo de má  administração. Diferente das ações diretas, que são geridas por você  mesmo. E outro problema: as ações de empresas analisamos com clareza  através dos balanços e indicadores fundamentalistas. Já os FII não…</p>
<p>Não  estou dizendo que é uma fria, estou dizendo que, se não olhado com  atenção e prudência, é uma fria. A onda pop pode durar algum tempo, mas  sabemos que, analistas que somos, devemos investir sobre o alicerce dos  Fundamentos e das Estratégias de Investimentos…</p>
<p>Vejam uma considerável lista de riscos (fonte: os próprios FII):</p>
<p>Risco de Oscilação do Valor das Cotas por Marcação a Mercado<br />
Risco Tributário<br />
Riscos de Mercado<br />
Risco Sistemático<br />
* Riscos de Liquidez e de Descontinuidade do Investimento<br />
Riscos do Uso de Derivativos<br />
Riscos de Crédito<br />
Riscos Atrelados aos Fundos Investidos<br />
Riscos Relativos à Rentabilidade e aos Ativos do Fundo<br />
Riscos Relativos à Aquisição de Imóveis<br />
*** Risco de Despesas Extraordinárias<br />
*** Risco de Sinistro<br />
Propriedade das Cotas<br />
Inexistência de Ativo Imobiliário Específico<br />
Risco de o Fundo não ser Constituído<br />
Risco de Concentração da Carteira do Fundo<br />
*** Risco da Administração dos Imóveis por Terceiros<br />
Risco de Rescisão de Contratos de Locação e Revisão do Valor do Aluguel<br />
Riscos Ambientais<br />
Risco de Desapropriação<br />
*** Risco de Chamadas Adicionais de Capital<br />
Valor dos Imóveis da Carteira do Fundo Não Necessariamente estão Apreçados a Valor de Mercado<br />
Cobrança dos Ativos, Possibilidade de Aporte<br />
Adicional pelos Cotistas e Possibilidade de Perdado Capital Investido<br />
*** Riscos de o Fundo Vir a Ter Patrimônio Líquido Negativo e de os Cotistas Terem que Efetuar Aportes de Capital<br />
*** O Fundo Poderá Realizar a Emissão de NovasCotas, o que Poderá Resultar em uma Diluição da Participação do Cotista<br />
Risco de inexistência de Quorum nas Deliberações a Serem Tomadas pela Assembleia Geral de Cotistas<br />
Risco Jurídico<br />
Risco de Conflito de Interesses<br />
Risco Relativo à Concentração e Pulverização<br />
Não Existência de Garantia de Eliminação de Riscos</p>
<p>———–</p>
<p>Ivan,  eu, particularmente, não me sinto atraido por enquanto. Talvez mais no  futuro possa a vir investir em FII… Por hora, gosto mais de investir no  setor produtivo mesmo (ações diretas).</p>
<p>Um grande abraço!<br />
<strong>Leitão</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/os-riscos-dos-fii-fundos-de-investimento-imobiliario/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Manifesto por um Brasil mais rico, não um Brasil mais caro</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/manifesto-por-um-brasil-mais-rico-nao-um-brasil-mais-caro</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/manifesto-por-um-brasil-mais-rico-nao-um-brasil-mais-caro#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 13:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Amorim (Ricam Consultoria)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11237</guid>
		<description><![CDATA[Na Idade Média, o tratamento para a peste bubônica era forçar o doente a penitenciar-se com um padre. Buscava-se tratar sintomas como febre, calafrios e delírio através da graça de Deus. O resultado: um terço da população europeia foi dizimada pela peste.
De lá para cá, muito mudou, mas nem tanto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Idade Média, o tratamento para a peste bubônica era forçar o doente a penitenciar-se com um padre. Buscava-se tratar sintomas como febre, calafrios e delírio através da graça de Deus. O resultado: um terço da população europeia foi dizimada pela peste.<br />
De lá para cá, muito mudou, mas nem tanto assim. Vários tratamentos médicos continuam lidando exclusivamente com os sintomas e não as causas das doenças. Na economia, também.</p>
<p>Na história brasileira, há mais casos de tratamentos de sintomas de problemas econômicos do que episódios onde as verdadeiras razões dos desarranjos foram confrontadas.</p>
<p>Nesta semana, tivemos mais um. Para lidar com dificuldades da nossa indústria, o governo e o Banco Central vem adotando uma série de medidas, incluindo redução temporária de impostos para alguns subsetores, aceleração da queda da taxa de juros, adoção de restrições à entrada de capitais estrangeiros para enfraquecer nossa moeda e elevação de impostos sobre produtos importados.</p>
<p>Além de sujeitarem o país a eventuais retaliações comerciais, estas medidas criam um Brasil mais caro, não mais rico. Quem pagará a conta do encarecimento dos produtos importados e da redução da competição com os nacionais é você, o consumidor. Aliás, já paga. No ano passado, impostos sobre importação arrecadaram mais que o Imposto de Renda Pessoa Física. Você pagou ambos. Os primeiros, nos preços elevadíssimos praticados no Brasil e o IRPF, na fonte.</p>
<p>A própria indústria, beneficiária no curto prazo, acaba perdendo no longo prazo, à medida que a elevação de preços reduz o número de consumidores que podem arcar com preços mais elevados.</p>
<p>O governo deve, sim, adotar medidas enérgicas para elevar a competitividade do país. Para isso, precisa cortar gastos públicos excessivos e de péssima qualidade. Somos pouco competitivos e nossos preços são elevados porque, no Brasil, compramos o produto ou o serviço e pagamos junto nosso governo gastão.<br />
Não raro, pagamos duas vezes pelo mesmo serviço. Saúde e educação são exemplos óbvios. Através de nossos impostos, pagamos os sistemas públicos, mas, devido à baixa qualidade, quem pode paga também por serviços privados.</p>
<p>Com menos gastos públicos, os impostos também cairiam e, com eles, os preços. Com preços menores, o consumo aumentaria e a geração de empregos também.<br />
Sobrariam mais recursos para investimentos em infraestrutura, reduzindo custos de transporte, energia, comunicação, etc. O governo necessitaria de menos dinheiro emprestado, permitindo que a taxa de juros caísse, sem gerar desequilíbrios. Juros menores atrairiam menos capital estrangeiro, levando a uma taxa de câmbio menos apreciada.</p>
<p>Menos gastança governamental e impostos são a receita para um país mais rico. Mais impostos sobre produtos importados constroem apenas um país mais caro.<br />
Nossa presidente tem reclamado do tsunami financeiro dos países ricos – que ela não controla – mas não tem atacado sistematicamente o tsunami de gastos públicos, sob seu controle.</p>
<p>Artigo republicado de <a href="http://ricamconsultoria.com.br/news/artigos/artigo-melhor-palestrante-brasil-ricardo-amorin-apresentador-globonews-manhattan-connection-artigo" target="_blank"><strong>Ricam Consultoria</strong>.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/manifesto-por-um-brasil-mais-rico-nao-um-brasil-mais-caro/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Boom de crédito e expansão imobiliária: você só viu o começo</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/boom-de-credito-e-expansao-imobiliaria-voce-so-viu-o-comeco</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/boom-de-credito-e-expansao-imobiliaria-voce-so-viu-o-comeco#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 19:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Amorim (Ricam Consultoria)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11228</guid>
		<description><![CDATA[Durante nove anos morando em Nova York, vinha regularmente ao Brasil, mas normalmente só no eixo Rio-São Paulo. Voltei a viver aqui em setembro de 2008 e, desde então, tenho viajado muito por todo o país. As mudanças que notei depois de muito tempo sem ir a muitos desses lugares ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante nove anos morando em Nova York, vinha regularmente ao Brasil, mas normalmente só no eixo Rio-São Paulo. Voltei a viver aqui em setembro de 2008 e, desde então, tenho viajado muito por todo o país. As mudanças que notei depois de muito tempo sem ir a muitos desses lugares são assustadoras. Atualmente, ficou quase impossível ir a qualquer canto de nosso imenso Brasil sem dar de cara com inúmeros canteiros de obras.<br />
Trabalho há quase 20 anos no mercado financeiro no Brasil, Europa e EUA, e uma das diferenças gritantes que sempre notei nos bancos do Brasil em relação ao resto do mundo é a desproporcional concentração de engenheiros, em particular de engenheiros civis, entre seus funcionários. Também pudera, com pouquíssimo investimento em infraestrutura e menos ainda desenvolvimento imobiliário, o mercado de trabalho para os engenheiros que queriam efetivamente trabalhar como engenheiros, vinha se estreitando desde a década de 80 e a escolha pelo mercado financeiro parecia fazer bastante sentido.<br />
Não há mercado imobiliário que prospere sem oferta de crédito. O número de compradores potenciais para imóveis aumenta exponencialmente quando os compradores não são mais forçados a comprá-los à vista e passam a poder financiá-los. Quanto maior o número de prestações do financiamento, menor o valor individual de cada prestação, maior o número de potenciais compradores e, por consequência, maior a demanda por imóveis, seus preços e a quantidade de imóveis em construção.<br />
No Brasil, faltava crédito imobiliário por falta de uma legislação coerente que desse melhores garantias para credores de hipotecas – um avanço importante da última década – mas, principalmente, porque a instabilidade macroeconômica não permitia que potenciais financiadores realizassem operações de financiamento de prazos mais longos por falta de previsibilidade do estado da economia em tais horizontes.<br />
No fundo, tudo isso era consequência de inflação elevada e forte fragilidade cambial. A entrada da China para a Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001 e o impacto que isso teve sobre a demanda mundial e o preço de produtos em que o Brasil é o grande exportador, como soja, açúcar, ferro, aço, entre outros, reverteu esse quadro. Exportações e entradas de investimetnos cada vez maiores no Brasil levaram o dólar a cair de quase R$ 4 no final de 2002 a R$ 1,55 em 2008, ajudando muito o Banco Central a manter a inflação no Brasil sob controle, mesmo reduzindo significativamente a taxa de juros. Não por acaso, as taxas de juros praticadas no Brasil são, atualmente, as mais baixas da história e a oferta de crédito, inclusive para o setor imobiliário, é a maior vista no país.<br />
Do final de 2002 até hoje, o crédito no setor privado no Brasil mais do que dobrou em relação ao tamanho da nossa economia, passando de 22% para mais de 46%. No mesmo período, o crédito imobiliário triplicou em relação ao tamanho da economia brasileira, permitindo a proliferação de inúmeros projetos imobiliários.<br />
No entanto, apesar do forte crescimento dos últimos anos, o crédito imobiliário no Brasil continua ínfimo, representando apenas cerca de 3% do PIB. Como padrão de comparação, esse mesmo indicador ainda em 2006, antes do início da retração do mercado imobiliário nos países ricos, já havia atingido 79% nos EUA, 83% no Reino Unido, 98% na Dinamarca e 132% na Suíça. O espaço para o crescimento do crédito imobiliário no Brasil é óbvio.<br />
Por isso, se você ficou impressionado com a quantidade de empreendimentos imobiliários e acha que o preço dos imóveis andou subindo muito nos últimos anos, prepare-se para o que vem por aí.</p>
<p>Artigo republicado de <a href="http://ricamconsultoria.com.br/news/artigos/boom-de-credito-e-expansao-imobiliaria-voce-so-viu-o-comeco" target="_blank"><strong>Ricam Consultoria</strong>.</a> <strong>Originalmente publicado em 12/2009</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/boom-de-credito-e-expansao-imobiliaria-voce-so-viu-o-comeco/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Notícias Embromation</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/noticias-embromation</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/noticias-embromation#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 19:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Leitão (Leitão em Ação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11220</guid>
		<description><![CDATA[Já havia postado antes sobre as “Análises Embromation”&#8230;
Pois  bem, hoje estou aqui com a TV ligada no canal sobre noticiário  econômico e não contive a vontade de escrever algumas linhas sobre isso:  As Notícias Embromation&#8230;
Se nem os jornalistas especializados entendem de bolsa de valores, que dirá os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-11221" src="http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2012/03/bla-bla-bla-leitao-bolsa-valores.gif" alt="" width="252" height="200" />Já havia postado antes sobre as “<a href="http://leitaoemacao.wordpress.com/2008/07/19/analises-embromation/" target="_blank">Análises Embromation</a>”&#8230;</p>
<p>Pois  bem, hoje estou aqui com a TV ligada no canal sobre noticiário  econômico e não contive a vontade de escrever algumas linhas sobre isso:  As <em>Notícias Embromation</em>&#8230;</p>
<p>Se nem os jornalistas especializados entendem de bolsa de valores, que dirá os leigos espectadores!</p>
<p>A bolsa cai, e eles já estão com as explicações na ponta da língua:</p>
<p><em>“Foi  por causa do movimento econômico dijacente entrelaçado dos países da  zona do euro não obstante a priori da maior economia mundial com  perspectivas de desaceleração e retomada do crescimento”&#8230;</em> Uh!!</p>
<p>Todos  os dias que ligo a TV e vejo algo sobre o mercado fico impressionado  com a quantidade de informação nada a ver&#8230; Acho que menos de 5% salva!</p>
<p>Penso  que um programa semanal, ou quem sabe mensal, conseguiria trazer alguma  informação relevante ou reflexiva. Agora, diariamente, sem chance!</p>
<p>E  mais: deveria ser pré-requisito que todo jornalista da área tivesse seu  próprio dinheiro investido em ações, de verdade, para não ficar só na  teoria&#8230;</p>
<p>Bolsa de Valores não precisa ser uma coisa complicada! E o pequeno investidor perde por pensar assim&#8230;</p>
<p>Se você assiste o noticiário econômico e não entende nada, não se preocupe! Você não está perdendo nada! Acredite!</p>
<p>Mas se você não investe em ações porque não entende nada, aí sim, você pode estar perdendo de verdade!</p>
<p>Um abraço!<br />
<strong>Leitão</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/noticias-embromation/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual é o rendimento da bolsa de valores?</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/qual-e-o-rendimento-da-bolsa-de-valores</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/qual-e-o-rendimento-da-bolsa-de-valores#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 19:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Leitão (Leitão em Ação)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11216</guid>
		<description><![CDATA[Em janeiro o amigo leitor, Frederico, enviou uma questão básica mas importante de se entender:
&#8220;Oi Leitão e pessoal!
Se  investimos na bolsa é pq acreditamos que ela pode render mais que a  renda fixa certo? Gostaria de saber quanto se espera de rendimento por  mês de um investimento ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-11217" src="http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2012/03/aviao-rendimento-bolsa-leitao-240x300.gif" alt="" width="240" height="300" />Em janeiro o amigo leitor, Frederico, enviou uma questão básica mas importante de se entender:</p>
<p><em>&#8220;Oi Leitão e pessoal!</em></p>
<p><em>Se  investimos na bolsa é pq acreditamos que ela pode render mais que a  renda fixa certo? Gostaria de saber quanto se espera de rendimento por  mês de um investimento na bolsa ao final de 5, 10 ou 15 anos (através de  Investimento Gradual com boas empresas, etc). 1%? 2%?</em></p>
<p><em>Abs,</em><br />
<em>Frederico.&#8221;</em></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Oi Frederico!</p>
<p>Sim, a bolsa tem a obrigação de ter crescimento patrimonial acima das outras aplicações<em>, pois ela é composta por empresas, e não por capital somente.</em></p>
<p>Veja que eu usei o termo “<em>crescimento patrimonial</em>”  ao invés de “rendimento”, pois rendimento quem dá é a renda fixa… Na  bolsa temos que ter a visão correta. Não medimos desempenho em bolsa  mensalmente, como na renda fixa<em>. Medimos crescimento patrimonial ao longo dos anos.</em></p>
<p>Por  ser composta por empresas, ela tem que nos dar algo mais que a renda  fixa e que a inflação. Afinal, as empresas é que geram a inflação, e  repassam isso aos clientes. Então, na bolsa, estamos do outro lado do  time: <em>do lado do time dos patrões.</em></p>
<p>É  difícil definir uma taxa, é mais fácil ter uma referência móvel.  Podemos adotar, como medida de desempenho, algo em torno de o dobro da  renda fixa. Se uma pessoa que investe em bolsa conseguir o dobro da  renda fixa ao longo dos anos, já estará tendo bom desempenho.</p>
<p>Parece pouco, mas não se engane, veja:</p>
<p>Fazendo  uma conta grosseira, vamos supor que você tenha hoje 50.000,00 (o valor  de um carro zero) e consiga poupar 1.000,00 por mês. Com taxa de renda  fixa (suponhamos 10%aa) após 15 anos você terá algo em torno de  600.000,00. Já com “taxa” de investimento em bolsa de valores  (suponhamos 20%aa) você terá virtuosos 2.000.000,00 (dois milhões)!</p>
<p>Uma observação: Podemos conseguir mais? Claro que sim! Mas veja: <em>O desempenho é medido de acordo com sua carteira pessoal</em>,  e não com o IBOV. Cada pessoa faz compras e escolhas pessoais, em  momentos diferentes, recebe dividendos e crescimento com isso… <em>Duas pessoas podem ter desempenho totalmente diferentes dependendo das escolhas e das estratégias que usam…</em> Por isso a importância de se educar para a bolsa, de ver a bolsa com os  olhos certos. Pois de nada adianta sair comprando ações  aleatoriamente&#8230;</p>
<p>Um abraço!<br />
<strong>Leitão</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/investimentos/qual-e-o-rendimento-da-bolsa-de-valores/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Brasil que só os gringos enxergam</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/o-brasil-que-so-os-gringos-enxergam</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/o-brasil-que-so-os-gringos-enxergam#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 12:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Amorim (Ricam Consultoria)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11207</guid>
		<description><![CDATA[Nos últimos meses, é raro passar uma semana sem que eu receba um convite para palestrar em conferências no exterior sobre investimentos no Brasil. Tenho feito também muitas reuniões de consultoria com estrangeiros, presidentes e diretores de multinacionais, visitando nosso país para conhecer melhor sua economia. Em pauta decisões sobre ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses, é raro passar uma semana sem que eu receba um convite para palestrar em conferências no exterior sobre investimentos no Brasil. Tenho feito também muitas reuniões de consultoria com estrangeiros, presidentes e diretores de multinacionais, visitando nosso país para conhecer melhor sua economia. Em pauta decisões sobre uma eventual entrada ou ampliação das operações de suas empresas por aqui. Quase sempre, algum tempo depois, os investimentos se materializam.</p>
<p>Após duas décadas apresentando a economia brasileira a investidores locais e estrangeiros, pensei que nada mais me surpreenderia. Engano meu.<br />
Nos anos 90 e início da década passada, perguntas em relação ao Brasil eram sobre problemas e riscos. Ao longo deste período, a análise aprofundada de casos de crises financeiras em muitos países treinou-me a identificar sintomas e causas que levam a crises econômicas, mais ou menos como um médico faz um diagnóstico.</p>
<p>Eu nem imaginava que um dia iria antecipar crises nos EUA, Europa e Japão – as ex economias modelos – e suas consequências. Imaginava, ainda menos, que altos executivos de empresas de lá me procurariam para entender crises econômicas e impactos nos seus negócios. Ao contrário de nós brasileiros, forjados em crises nos anos 80 e 90, os ricos não as enfrentavam há décadas, o que despreparou seus executivos.</p>
<p>Outra surpresa, a imensa maioria das perguntas dos estrangeiros, agora foca em participar da emergência brasileira e não mais em quais problemas o Brasil ainda tem.</p>
<p>O ganho de importância do Brasil e a consequente mudança de postura da comunidade empresarial global em relação a nós já aconteciam há anos, mas se aceleraram após a crise financeira global de 2008.</p>
<p>Nos últimos três anos, investimentos produtivos de empresas estrangeiras no país – IED no jargão dos economistas – triplicaram, levando o país de 14º a 3º receptor global, atrás apenas da China e EUA.<br />
A imagem do país entre os estrangeiros mudou. Entre nós mesmos, ainda não.</p>
<p>As recentes reclamações da presidente Dilma em relação ao “tsunami financeiro” vindo dos países ricos, e do ministro Guido Mantega quanto à Guerra Cambial desconsideram a nova ordem econômica global. Em 2010, neste mesmo espaço, em meu artigo Guerra!, já alertava que forte emissão monetária e enfraquecimento das moedas dos países ricos, e ainda um redirecionamento do crescimento chinês para mais consumo local – também anunciado esta semana – eram inevitáveis.</p>
<p>Não significa que o Brasil não possa e não deva enfrentar o novo quadro. Porém, para ter sucesso, é preciso compreender este quadro, abandonar sucessivas medidas de controles de capitais, que só enxugam gelo, e lidar com o cerne do problema brasileiro de competitividade: o excesso de gasto público.</p>
<p>Se o governo gastar menos, tomar menos dinheiro emprestado, as taxas de juros baixarão mais, atraindo menos dólares e reduzindo a apreciação do Real. Os impostos podem cair e investimentos em infraestrutura crescer, melhorando a competitividade.</p>
<p>Enfim, os estrangeiros enxergam o Brasil como potência econômica, já nosso próprio governo, ao invés de tomar as rédeas da situação, culpa outros países pelos males que nos afligem e por defender seus próprios interesses e necessidades.</p>
<p>Artigo republicado de <a href="http://ricamconsultoria.com.br/news/artigos/jornalista-e-melhor-palestrante-economista-ricardo-amorim-consultoria-globonews" target="_blank"><strong>Ricam Consultoria</strong>.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/comentarios/o-brasil-que-so-os-gringos-enxergam/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cuidado com os inquilinos dos fundos imobiliários</title>
		<link>http://blogs.advfn.com/artigos/imoveis/cuidado-com-os-inquilinos-dos-fundos-imobiliarios</link>
		<comments>http://blogs.advfn.com/artigos/imoveis/cuidado-com-os-inquilinos-dos-fundos-imobiliarios#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 10:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Portela (O Pequeno Investidor)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.advfn.com/?p=11198</guid>
		<description><![CDATA[Fundos imobiliários são um excelente veículo para investir em imóveis com maior segurança. Ao contrário do investimento direto em um imóvel, que demanda grande concentração de capital em uma única unidade, o investimento por meio de fundos imobiliários possibilita grande diversificação com menor quantidade de capital. Assim como ocorre com as ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fundos imobiliários são um excelente veículo para investir em imóveis com maior segurança. Ao contrário do investimento direto em um imóvel, que demanda grande concentração de capital em uma única unidade, o investimento por meio de fundos imobiliários possibilita grande diversificação com menor quantidade de capital. Assim como ocorre com as ações, em que você compra uma fração de uma empresa, nos fundos imobiliários você compra uma fração de um imóvel ou de um conjunto de imóveis. Mas, tal como as ações demandam o estudo da situação financeira e operacional de uma empresa, o investimento em fundos imobiliários também demanda bastante cuidado com relação ao perfil dos empreendimentos &#8211; especialmente, com a qualidade dos inquilinos que alugam o imóvel.</p>
<h2>Fundos imobiliários podem garantir bons aluguéis</h2>
<p>Fundos imobiliários ganham dinheiro de várias maneiras. Uma delas é a organização de um empreendimento para que as unidades sejam vendidas ao longo do tempo. Os quotistas (assim são chamados os investidores que compraram uma fração do fundo) ganham seu retorno com a valorização e posterior venda dos imóveis do fundo. Mas a maneira mais comum pela qual os fundos imobiliários remuneram seus quotistas é por meio do aluguel dos imóveis que constituem o patrimônio do fundo.</p>
<p>Funciona da seguinte maneira: o fundo imobiliário tem um ou mais imóveis. Por exemplo, o fundo BB FII Progressivo administra dois edifícios (um em Brasília, o outro no Rio de Janeiro) locados para o Banco do Brasil. Em Brasília, o imóvel alugado é o Edifício Sede I, que é a principal sede da instituição em Brasília. No Rio de Janeiro, o fundo administra um bloco de edifícios administrativos. Outro exemplo: o CSHG Brasil Shopping compra participações em vários shopping centers, como o Shopping Plaza Sul, em São Paulo ou o Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas. Mensalmente, ele repassa o valor pago pelo aluguel para os acionistas. Quem paga aluguel? As lojas! Ou seja, você está alugando o imóvel para McDonald&#8217;s, Vivo, Cinemark, Renner, entre tantas outras empresas. Em alguns casos, a receita dos shoppings também é turbinada pelo valor pago nos estacionamentos. Bacana, não é?</p>
<h3>Mas… cuidado com fundos imobiliários que alugam imóveis para um único inquilino</h3>
<p>Enfim, existem várias opções de fundos imobiliários. Mas alguns deles, como o do Banco do Brasil a que me referi antes, têm uma característica peculiar: são alugados para um único inquilino. E aí mora um perigo que não pode ser desconsiderado: a inadimplência ou o abandono do imóvel. Recentemente, dois fundos imobiliários &#8211; o Hospital da Criança e o o Hospital Nossa Senhora de Lourdes &#8211; têm passado por problemas. Ambos, depois de um período em que mostraram dificuldades para pagar o aluguel, obtiveram medida liminar na Justiça para reduzir provisoriamente o valor do aluguel.</p>
<p>Alguém poderia retrucar: ora, então despejem o mau pagador! Não é simples assim. Pense: já não é fácil despejar um inquilino de um imóvel residencial. Alguns juízes invocam o direito à moradia para deixar o inquilino inadimplente morando por um bom tempo no imóvel. Em outros casos, o mau pagador consegue ficar anos a fio no imóvel, recorrendo. Recentemente, mudanças na legislação buscaram tornar mais ágil o processo, mas ainda assim as perspectivas são de um prazo bastante razoável até que o proprietário consiga reaver o imóvel.</p>
<p>E a situação é muito mais complicada no caso desses fundos. O Poder Judiciário iria ser muito mais reticente ao determinar o despejo de um hospital inteiro. O hospital iria tentar, na Justiça, demonizar o fundo imobiliário, ao argumento de que o aluguel é caro demais e impedia que ela cumprisse suas obrigações de resguardar a saúde dos pacientes. Além disso, mesmo que o fundo obtivesse sucesso no Poder Judiciário, depois de uma longa batalha judicial, ainda teria que enfrentar outro problema: depois de despejado, ele teria que procurar outro hospital para alugar o imóvel. Teria que ser outra instituição hospitalar porque todo o imóvel já estava preparado para aquele tipo de inquilino; suas instalações foram construídas especialmente para aquele objetivo e, para alugar a outro tipo de empresa, seria necessário realizar uma grande reforma. Ou seja, só prejuízo para o quotista.</p>
<p>Trata-se da mesma situação vivenciada por fundos imobiliários voltados exclusivamente para o aluguel para universidades ou escolas. Desalugado o imóvel, é extremamente complicado encontrar um novo inquilino. Eu vi bem de perto essa situação há alguns anos. Vizinho à casa de minha mãe, há um imóvel destinado para instituições educacionais. É relativamente bem localizado, mas as escolas que se instalam por lá têm dificuldade de passar mais do que alguns anos. Já houve curso de inglês, escolas primárias, escolas integradas de ensino médio e fundamental… e sempre que alguém deixava o local, passavam-se alguns anos até que uma nova instituição se instalasse.</p>
<p>O caso do Banco do Brasil é um pouco diferente dessas instituições porque os dois prédios alugados pelo fundo são tradicionalmente vinculados à instituição. Em Brasília, por exemplo, o Edifício Sede I é o principal prédio onde o banco desenvolve suas atividades. Para se mudar de lá, o Banco do Brasil teria despesas absurdas com a logística necessária para a realização da mudança, sem deixar de levar em conta que ainda teria que encontrar um novo imóvel com o tamanho suficiente para comportar a estrutura da instituição. Improvável que aconteça, também, atraso no pagamento. Mas, de qualquer modo, é apenas um único inquilino: qualquer problema e o quotista teria dificuldades para reaver o imóvel.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogs.advfn.com/artigos/imoveis/cuidado-com-os-inquilinos-dos-fundos-imobiliarios/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Dynamic page generated in 0.449 seconds. -->
<!-- Cached page generated by WP-Super-Cache on 2012-05-16 10:33:58 -->
<!-- Compression = gzip -->
